Se você ainda tem dúvidas e não sabe definir exatamente o que é cibercultura, este artigo vai esclarecer muitos pontos acerca desse movimento. Sua importância é tão grande que vários cenários sociais já sentem seu impacto, assim como a maioria de nossos hábitos. A dependência digital, o uso assíduo de redes sociais e até o ensino a distância são parte da cibercultura, com tendências que alcançarão patamares ainda maiores futuramente.

É justamente por esses e demais contextos que esse tema está presente em muitos estudos, pesquisas, teses e cursos online específicos, afinal, é de interesse geral entender todos os seus conceitos – e crucial para atuantes na área de comunicação, sociologia, informática e tecnologia.

Além das informações gerais dispostas neste texto, o Enfoque Capacitação produziu o Curso Online Cibercultura, uma fonte essencial para desvendar tudo sobre cibercultura, do surgimento às definições de especialistas, da abrangência em toda a sociedade e a influência em nossos comportamentos. Com esse curso online é possível aprimorar sua ótica sobre o assunto e até se especializar.

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A cibercultura no cotidiano

Viver sem tecnologia é bem difícil. Ficar sem internet, então, é desesperador para muitas pessoas, pois diversas atividades são realizadas rapidamente e eficientemente por meio dos aparelhos e aplicativos digitais. Somente estes exemplos já levam a reflexões sobre a cibercultura no cotidiano, ou seja, nossos costumes estão se adaptando cada vez mais ao universo cibernético e tudo que integra o ciberespaço. Mas, o que seria isso?

A cibernética está relacionada aos sistemas reguladores e à comunicação por meio do controle dos seres vivos, das máquinas e dos grupos sociais. A tecnologia atua basicamente nesse contexto, unindo vários desses parâmetros em sistemas uniformes, criando até uma nova dimensão quando se trata de tempo-espaço.

A configuração cibernética voltada à cibercultura cria um espaço em que o físico e o virtual coexistem, ou seja, todas as tendências digitais e seus recursos provenientes do ciberespaço começam a fazer parte da realidade humana de forma latente – como parte, segundo alguns autores, da própria evolução do conhecimento.

Já o termo ciberespaço surgiu a partir da obra "Neuromancer", de William Gibson, em 1984. Trata-se de um espaço totalmente virtual e controlado, em que tudo está conectado a uma rede mundial e todas as ações são sistematizadas. Segundo Pierre Lévy, trata-se de um cenário totalmente "desterritorializado", no qual é possível estar em todos os lugares ao mesmo tempo e sem barreiras, para esse enlace entre múltiplas pessoas, aplicativos e plataformas.

Esse "aniquilamento das distâncias", ou seja, a conexão imediata entre pessoas de lugares diferentes e distantes, é uma das principais características do ciberespaço e um dos pontos que define a cibercultura no cotidiano. Definitivamente, podemos interagir com pessoas de todos os locais do mundo com apenas alguns comandos. Além disso, a agilidade nessa comunicação também impressiona, o que eleva o sentido de rapidez para muitos hábitos cotidianos, assim como a necessidade estar conectado constantemente.

A formação de comunidades digitais e a ascensão dos conceitos de sociedade em rede e aldeia global – teoria de filósofos como Manuel Castells e Marshall McLuhan, respectivamente -, também são quesitos que definem o advento da cibercultura. Esse movimento afeta uma série de campos do conhecimento: arte, música, educação, política, etc. Conforme os avanços cibernéticos, métodos tradicionais e muitos fatores culturais vão se moldando e até se perdendo frente às inovações. Você pode perceber isso ao analisar seus próprios costumes de anos passados comparados com os de agora.

Parece até assustador imaginar o quanto estamos inseridos nessa tecnocultura que não para de crescer. Muitos campos estão mudando e a sociedade tenta acompanhar os processos de modo que não fique para trás. Para ter uma ideia mais abrangente, veja como é a influência da cibercultura em alguns ramos distintos – e aproveite para fortalecer seus estudos com o curso cibercultura e outros cursos online correlatos.

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Narrativas digitais e multiculturalismo

A representação do conhecimento e a estética de muitas narrativas voltadas ao aprendizado e à aquisição de novas informações sofreram um impacto enorme com as ferramentas digitais. Se antes apenas os recursos da escrita e da oralidade imperavam, hoje em dia temos à disposição uma porção de alternativas para dinamizar essas ações.

As TICs (tecnologias de informação e comunicação) possibilitaram uma convergência total entre os meios que eram usados separadamente. Hoje em dia, você aprende utilizando um dispositivo único, compacto e portátil: o smartphone. O que mais surpreende é que essa evolução foi tão rápida que mal podemos acompanhá-la – os iPhones, por exemplo, são atualizados constantemente e recebem uma série de novidades impressionantes num curtíssimo período de tempo.

Aplicada às narrativas textuais escritas ou faladas, a cibercultura permite que múltiplas linguagens ajudem no aprendizado de modo paralelo. A quantidade de dados acessados e as inúmeras descobertas garante que infinitos assuntos sejam desvendados, o que leva até a um sentido de multiculturalismo de informações. Além disso, a democratização da informação e comunicação contribui para a pluralidade de ideias e até a criação de novas tendências que se espalham rapidamente.

Assuntos que até então eram divulgados por uma única mídia – como o jornal, por exemplo – passaram a ser expostas em diversos veículos, no meio digital, o que leva ao alcance de bilhões de indivíduos, que podem explanar seus pontos de vista sobre tudo que leem e consomem. Pode ser bom ou conflituoso dependendo da análise, por isso são aplicados muitos estudos acerca dessa tendência.

Fique ligado: essas e outras pautas são tratadas em diversas teorias que lhe ajudam a desvendar o que é cibercultura e todos os seus aspectos. Aproveite nosso curso online relativo para não perder nenhum detalhe.

Indústria cultural e a cibercultura na arte

O surgimento do termo indústria cultural é antigo e as primeiras críticas/discussões a respeito de seu impacto no mundo moderno provêm desde o início das tendências audiovisuais, da fotografia ao cinema, com o auge no advento da televisão. Basicamente, é um modo "pessimista" de pensar na arte frente ao capitalismo, a reprodutibilidade técnica e a facilidade de produção/consumo de diferentes projetos.

O teor comercial alcançou a arte e acabou com seu viés crítico e social, bem como a qualidade das obras e seus objetivos. A indústria cultural surgiu, então, como forma de consumo para a sociedade de massa, em muitos casos até com o propósito de alienar e influenciar no estado de consciência das pessoas, desviando sua atenção para assuntos que se contrapõem à realidade social – não é à toa que a televisão sempre foi o meio mais criticado nesse sentido.

Com essa descaracterização da arte promovida pela indústria cultural, a essência se perdeu, deu espaço para o materialismo e culminou no fim da "aura", ou seja, não existe mais um objeto artístico único e original, de acordo com o pensamento de Walter Benjamin, um dos maiores críticos desse cenário. Obviamente que, com a cibercultura, esse propósito se tornou totalmente perceptível e destacado, de um lado com o próprio público produzindo suas peças e do outro – e bem preocupante – a disseminação de conteúdos em tempo recorde, seja textos, músicas, filmes, entre outros produtos.

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cibercultura

Inovação e consumo da música digital

Um exemplo pontual relacionado à indústria cultural e cibercultura está no consumo da música. As mudanças ocorreram em um curto período e mostram como a relação humana com a tecnologia está cada vez mais interligada. Se antes era preciso esperar por um lançamento, comprar um álbum para ouvir seu artista favorito ou ter um aparelho exclusivo para reproduzir os sons, hoje em dia tudo está diferente.

O rádio ainda é um meio intenso para o consumo de música, porém o computador já monopolizou muitas atividades ligadas a esse entretenimento. Por meio de múltiplas plataformas é possível escutar a música que você quiser, assistir o clipe e até fazer o download em poucos segundos. O Youtube é uma das principais mídias que revolucionaram esse parâmetro.

É interessante destacar que essa abertura e facilidade de consumo abriu caminho para muitas produções independentes, a fama repentina e também a viralização de conteúdos bons ou ruins. De qualquer forma, é o público que delimita o que faz ou não sucesso, não é por menos que artistas renomados e gravadoras começaram a investir pesado no digital – com páginas e canais personalizados, clipes lançados exclusivamente para as plataformas online, conteúdo divulgado em redes sociais, entre outras tendências.

Cibercultura e Jornalismo – a nova imprensa

Passamos do entretenimento para a comunicação, salientando as modificações que ocorreram no jornalismo a partir do advento da cibercultura. A imprensa, assim como vários meios, precisou se moldar para acompanhar todas essas transformações, e hoje em dia está totalmente inserida no contexto das mídias digitais.

A presença em todas as redes sociais e a notícia em tempo real caracterizam esse cenário, além do aspecto da exclusividade. Agora, é essencial ser ágil e estar atento a todos os nichos. A internet abriu espaço para uma multiplicidade de notas a respeito dos mais infinitos assuntos, que para serem divulgados na TV, no jornal ou no rádio precisam ser pautados previamente. Além disso, a possibilidade de criação e transmissão de notícias está à mão dos espectadores, que podem até criar suas próprias páginas independentes.

A problemática está na má qualidade do material, o hard news que prioriza apenas o acesso massivo e até a baixa qualificação dos responsáveis, já que muitos não são realmente profissionais da área. Para se familiarizar ainda mais com esse tópico, indicamos a leitura do artigo Jornalismo na atualidade: papel do jornalista e a ética no meio digital‍ e a realização dos cursos online com certificado que abordam detalhadamente as mudanças no jornalismo na era digital.

Marketing digital e a cibercultura - Uma nova relação de consumo

O marketing também mudou muito após o fortalecimento da internet, da tecnologia e todos os seus recursos. A migração para esses meios mudou o comportamento dos consumidores e estabeleceu novos padrões ao mercado, seja para vender, comprar, divulgar ou fidelizar. O maior exemplo é o marketing digital, voltado totalmente ao cliente que está sempre conectado.

Esse ramo pega carona em uma tendência cada vez mais valorizada pelas empresas, o inbound marketing, conhecido como o marketing de atração. Agora, o jogo está virando. Não basta ir atrás dos consumidores com inúmeras propostas e promoções, é preciso chamar sua atenção e criar estratégias que o direcionam para seus produtos, serviços e ideias.

A cibercultura abriu espaço para uma variedade de comércios eletrônicos voltados aos mais diversos nichos. Você pode encontrar qualquer coisa na internet e realizar a compra em tempo real, além de estabelecer um canal de comunicação direto com as empresas via chats e redes sociais. Mais do que nunca, a opinião e a experiência do cliente fazem toda a diferença – o objetivo é criar um marketing de relacionamento e se reinventar com ótimos artifícios.

Destacado em nosso Curso Online Cibercultura, esse módulo também pode ser aprimorado em muitos cursos online com certificado. Temos opções para todos esses ramos do marketing para que você possa estudá-los especificamente, com muita dedicação.

 

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Cibercultura e Educação - a nova sala de aula

Não podemos deixar de citar também a relação de cibercultura e educação, tema de muitas pesquisas, palestras e cursos online, como o curso de cibercultura preparado por nossa equipe pedagógica exclusiva. A questão geral nesse cenário é como as TICs afetam os métodos de ensino e aprendizado – e como aproveitá-las ao máximo para uma aula eficiente, a transmissão de excelentes conhecimentos e a utilização dos melhores materiais.

É fato que os educadores precisam considerar toda essa realidade para aplicá-la na sala de aula. É impossível ficar alheio a todas essas tendências, por isso recursos como a informática educativa são parte integrante da grade de disciplinas de muitas instituições. Lévy define bem essa relação (e até obrigação) do uso do digital nos métodos educativos:

“O uso crescente das tecnologias digitais e das redes de comunicação interativa acompanha e amplifica uma profunda mutação na relação com o saber. Ao prolongar determinadas capacidades cognitivas humanas (memória, imaginação, percepção), as tecnologias intelectuais com suporte digital redefinem seu alcance, seu significado, e algumas vezes até mesmo sua natureza”.

Para o autor, o ciberespaço contribui para a inteligência coletiva, a criação de redes de informação colaborativa e uma profunda renovação de todas as práticas pedagógicas. Todavia, não se trata apenas de usar a tecnologia "a qualquer custo", mas “acompanhar consciente e deliberadamente uma mudança de civilização que questiona profundamente as formas institucionais, as mentalidades e a cultura dos sistemas educacionais tradicionais e sobretudo os papéis de professor e de aluno”. 

Cibercultura e EAD

Um dos principais padrões para entender a influência da cibercultura na educação é o ensino a distância (EAD). A principal vantagem desse recurso é a organização e a administração do tempo, fatores valorizados em meio a uma sociedade totalmente compromissada. A possibilidade de estudar via internet, de qualquer lugar e a qualquer hora usando até dispositivos móveis é o que mais encanta seus adeptos. Para se ter ideia, segundo a Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), milhões de pessoas usufruem das vantagens dos cursos a distância.

É fato que essa modalidade crescerá ainda mais, visto o investimento massivo das instituições nesse modelo e seu conhecimento por parte de diversas pessoas. A questão a destacar é que, com essa popularidade, a escolha dos conteúdos e locais deve ser ainda mais apurado, visando a qualidade do estudo. Para entender melhor esse contexto, é bacana ler o artigo Ensino a distância: acesse a qualquer momento. cursos 24 horas por dia‍.

As tendências educativas também são parte da grade de muitos cursos online do Enfoque Capacitação – portal especializado em EAD -, como a opção referente à informática educativa ou o Curso Online Tecnologia Educacional e a Informática nos Tempos Atuais‍.

Você pode aproveitar esse conceito característico da cibercultura tanto para se aprimorar nesse tema quanto em uma série de pautas pertinentes. Comece com o Curso Online Cibercultura e conheça também outras capacitações fundamentais a sua formação acadêmica e profissional.

Faça sua inscrição no Enfoque Capacitação mediante uma taxa única de R$69,90. Assim, você terá acesso ao curso de cibercultura e a todos os cursos online com certificado do Pacote Master por um período de um ano, desfrutando de tudo que o ensino a distância oferece: flexibilidade, liberdade, segurança, economia, entre muitos outros benefícios.

Matricule-se agora e conte pra gente suas impressões sobre o nosso artigo, ficaremos felizes em saber sua opinião. Esperamos que tenha gostado, boa sorte e até breve.