A influência africana na cultura brasileira é tema de um dos cursos online aqui do Enfoque Capacitação: o curso online Cultura Afro-Brasileira. O curso disponibiliza um excelente material que trata do contexto histórico sobre a chegada do povo africano e traz também um panorama sobre a situação geral da população negra no Brasil e sua história como parte da grade curricular do ensino regular, seus direitos e tudo mais que diz respeito à história passada e atual do povo africano no país. 

Falar sobre essa contribuição é falar sobre a formação do Brasil como ele é hoje, uma mescla de povos que, com um pouco de suas tradições e costumes, ajudaram a formar um povo multicultural. A história afro-brasileira é, ao mesmo tempo, lamentável e curiosa. Lamentável pelo histórico que o país tem com relação à escravidão e ao tráfico negreiro e curiosa por que foi justamente esse histórico que determinou o presente do país. Mais de 4 milhões de africanos cruzaram o oceano em direção ao Brasil, entre os séculos 16 e 19. Não por sua escolha, é claro, mas chegaram aqui e criaram raízes e história. Como resultado, o país tem hoje a maior população de origem africana fora da África - e uma riqueza cultural trazida de lá, que se misturou a outras referências culturais e deu características ímpares ao nosso país. 

Mas como sabemos, nem tudo foram flores. Os costumes, manifestações e rituais trazidos pelos negros só  passaram a ser reconhecidos nacionalmente a partir do século 20, mais precisamente por volta de 1930. Até então, eram proibidos, pois o que se tinha era um cenário de cultura europeia, que considerava as manifestações dos povos africanos como uma cultura atrasada. 

Cursos EAD voltados à história afro-brasileira podem servir como apoio, por exemplo, a educadores, pois traz uma abordagem geral sobre as contribuições africanas em nossa cultura: religiões, culinária e arte afro-brasileira, dentre outras. Considerando que a história e cultura afro-brasileiras fazem parte da proposta curricular de História nas escolas, mais conhecimentos na área só vêm a somar, principalmente pelos cursos online com certificado, que adicionam horas de capacitação, atualização ou aperfeiçoamento ao currículo desses profissionais. Outro ponto a se considerar é a facilidade de estudar por meio de cursos a distância, em que você faz o seu próprio horário de estudo, de acordo com suas disponibilidades de tempo.

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Da escravidão ao legado histórico: a cultura afro-brasileira 

Não é fácil falar sobre escravidão considerando que trata-se de uma prática desumana, infelizmente muito comum em vários períodos da história, desde as antigas civilizações. Mas o período que realmente marcou foi a escravização dos negros, trazidos da África para servirem aos senhores.  

No Brasil, os índios foram os primeiros a serem escravizados, mas foram considerados "não aptos" ao trabalho. Por esse motivo eles foram substituídos pelos africanos – acontece que havia um motivo verdadeiro por trás disso. Como os índios não se adaptavam ao trabalho escravo, dificultavam o desejo dos senhores, que era o de ter mão-de-obra permanente e não pagar por isso. Se portugueses fossem contratados, teriam que receber seus salários pelo trabalho. Foi nesse contexto que se iniciou a escravidão africana no Brasil. Só que não é apenas isso.

Além de oferecer mais vantagens do que tentar escravizar índios, a escravidão africana movimentava outros tipos de negócios e comércio: o tráfico negreiro (comércio de homens, mulheres e até mesmo de crianças entre a África e a América) movimentava dinheiro e proporcionava bons lucros à Coroa Portuguesa, tanto que se tornou uma das principais fontes de acúmulo de capitais para a realeza. As mulheres eram colocadas para serem amas de leite ou para o trabalho doméstico - e ainda pior, eram frequentemente abusadas sexualmente e violentadas por seus senhores. Disso resultava, muitas vezes, uma gravidez, o que acabou originando a população mestiça. 

Os escravos trabalhavam nas lavouras canavieiras e cafeeiras e também na mineração. Valiam tanto que um escravo fugir ou mesmo morrer representava uma perda econômica bastante significativa aos donos de terras. Isso nos remete à figura do Capitão do Mato, figura bastante conhecida por todos pela sua função, de evitar a fuga de escravos e monitorar o seu trabalho, e pela sua crueldade quando se tratava de impor castigo a eles. 

Se a vinda dos escravos era um cenário horrível - eles eram trazidos nos porões dos navios, sem ventilação e sem alimentação -, a sua estadia nas fazendas não era muito diferente. Sua vida era nas senzalas, lugares úmidos, sujos e escuros, onde eles ficavam muitas vezes acorrentados, para que não fugissem. A sua obediência era "conquistada" pelos senhores por meio de castigos, como chicotadas. Mas a violência não era apenas física, eles também sofriam violência psicológica ao terem seus valores, costumes e tradições destruídos pelos senhores, que também impunham a "superioridade dos brancos". O trabalho durava de quatorze a dezesseis hora por dia, a alimentação era precária, assim como suas vestimentas.  

Em tentativas de fugas, alguns conseguiam sucesso e iam para os quilombos. Os quilombos eram comunidades de escravos negros fugitivos, onde eles viviam comunitariamente. Era um local de liberdade, onde conseguiam praticar seus rituais religiosos e adotar seus hábitos culturais, como falar a sua língua. Um dos quilombos mais conhecidos e longevo foi o Quilombo dos Palmares, liderado por uma figura considerada como símbolo da resistência contra a escravidão: Zumbi dos Palmares. 

Depois que fugiam, só lhes restava viver nessas comunidades, pois caso tentassem uma reinserção social, tinham dois empecilhos: a possibilidade de serem descobertos e recapturados e ao grande preconceito racial da época, que jamais permitiria que eles vivessem entre os brancos, como iguais. 

Foram 300 anos de escravidão, até que os negros, a cada lei abolicionista, conseguiram a sua liberdade. Em 1888, pressionado por movimentos abolicionistas, o governo imperial finalmente cedeu e promulgou a Lei Áurea, assinada pela Princesa Isabel. A lei acabava definitivamente com a escravidão no Brasil, entretanto, não conseguiu trazer condições de igualdade àquelas pessoas. 

Os tempos são outros, mas ainda nos dias de hoje a discriminação e preconceito racial constantemente são temas dos nossos noticiários. São anos de combate ao racismo, embora nossa Constituição diga que somos todos iguais perante a lei. O governo passou a dar mais atenção a esse segmento social quando, em 1995, foi criado criado o Grupo de Trabalho de Valorização da População Negra, e ainda, em 1996, houve a promulgação do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH), com um capítulo exclusivo à população negra.

Alguns anos depois, em 2013, foi criado o Dia Nacional da Consciência Negra (de nome oficial "Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra), como uma homenagem à morte de Zumbi dos Palmares e um convite à reflexão sobre a inserção do negro em na sociedade.

Com a intenção de corrigir as desigualdades raciais, existem as Ações Afirmativas, que são políticas públicas criadas tanto pelo governo quanto pela iniciativa privada. Essas Ações Afirmativas são de três tipos: as que têm o objetivo de combater o racismo e o preconceito; as que promovem igualdade de oportunidades e as que revertem a representação negativa dos negros. As Ações são constitucionais, segundo foi determinado pelo Supremo Tribunal Federal, em 2012.

Além de tudo que foi citado, a Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - Seppir, braço do Ministério dos Direitos Humanos, promove uma série de ações e campanhas de combate ao preconceito, de inclusão racial, entre outras.

Como você pode ver, dá para dizer que muito já foi feito e que a luta continua. Apesar do atraso de alguns séculos e de estatísticas ainda não tão favoráveis à população negra, muita coisa já mudou. 

Contribuições culturais e históricas do povo africano

A influência africana na cultura brasileira se deu principalmente na arte, religião, música, dança e culinária. A história afro-brasileira e toda essa influência que ela trouxe é interesse de estudos em áreas como Antropologia, Sociologia, Linguística e Artes, assim como outras áreas baseadas na evolução e na expressão da cultura afro-brasileira. Dessa forma, cursos EAD voltados a essa temática só fazem ir de encontro a esses interesses, agregando conhecimento nesse campo de estudos e ajudando profissionais e outras pessoas cujo tema as atrai. 

A arte afro-brasileira 

Os povos africanos utilizavam vários tipos elementos naturais para fazer seus objetos de arte, como as máscaras entalhadas em madeira, ornamentos em bronze e em ouro e esculturas de madeira ou marfim. A sua arte era voltada, principalmente, ao seu cotidiano e a religião. Em sua arte – pinturas e esculturas – se pode identificar cenas de tradições, mitos, animais da floresta e outros.  

Vinda para o Brasil com os escravos, muitos elementos da arte africana foram mesclados a elementos de outras artes, como a indígena e a própria arte portuguesa, transformando-se no que conhecemos hoje como arte afro-brasileira

Em questão de valorização, a arte afro-brasileira só passou a ganhar o status de "expressão da brasilidade" a partir do movimento modernista, nos anos 20. Entre os artistas negros da época que se destacaram, estão Heitor dos Prazeres, pintor, compositor, sambista e um dos fundadores das escolas de samba Mangueira e Portela, e Mestre Didi, autor do conhecido livro "Contos Negros da Bahia" e criador de várias esculturas criadas com produtos naturais.

A culinária afro-brasileira 

De todos os lugares do Brasil, a Bahia é, certamente, o lugar que mais representa a culinária afro-brasileira. A contribuição africana na culinária introduziu no cardápio brasileiro alimentos como quiabo, feijão preto e leite de coco, além das famosas panelas de barro. Temperos como pimentas e azeite de dendê também são influência da culinária africana. 

Entre as comidas mais conhecidas da culinária afro-brasileira estão o acarajé, o vatapá, o abará e o quibebe nordestino. Um dos pratos mais conhecidos é a feijoada, adaptada pelos escravos pela apropriação da feijoada portuguesa – eles criaram a nossa famosa feijoada utilizando os restos de carne que não eram consumidos por seus senhores. 

Já o acarajé foi considerado como a representação típica da culinária afro-brasileira, tanto que as baianas do acarajé tiveram seu ofício declarado como Patrimônio Cultural do Brasil, em 2012.  

A música e a dança 

Samba, Carimbó, Maxixe, Maracatu e Maculelê são expressões com influência africana. Entre os instrumentos, destacam-se o tambor, o berimbau e o afoxé. As expressões contemporâneas trazem o axé baiano e o samba-reggae como cultura afro-brasileira.  

A capoeira é uma das expressões mais marcantes e de maior identificação com a cultura africana. É uma mistura de artes marciais, dança e música. No Brasil, foi proibida durante muitos anos, mas em 2014 recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade – uma grande conquista para a nossa cultura, como valorização máxima de nossas raízes africanas. 

Cursos online sobre cultura afro-brasileira

A religião afro-brasileira 

A cultura religiosa brasileira recebeu várias influências das religiões africanas. Basta ver que alguns santos católicos têm o seu equivalente na Umbanda. Nossa Senhora Aparecida, por exemplo, é Oxum – a isso dá-se o nome de sincretismo religioso. 

Entre as religiões afro-brasileiras mais conhecidas temos o Candomblé e a Umbanda. Quando os escravos chegaram em terras brasileiras, foram reprimidos e não podiam realizar seus rituais. O candomblé era considerado "bruxaria". Apesar disso, os rituais eram feitos secretamente e os escravos tentavam sempre realizá-los em dias santos ou em algum dia de festejos católicos. 

Após a abolição da escravatura no Brasil, surgiu, no Rio de Janeiro, mais precisamente em Niterói, o primeiro culto afro-brasileiro, a Umbanda. O culto também sofreu perseguições e chegou até a ser proibido. O cenário mudou após a Proclamação da República, com a separação da Igreja e do Estado. Não havia mais razão da polícia perseguir uma religião, somado ao fato do movimento modernista valorizar a cultura popular, o que resultou na Umbanda não ser mais discriminada e conseguir adeptos. 

Figuras negras históricas 

história afro-brasileira também é representada por negros que foram exemplos de resistência e coragem, que lutaram por seus ideais e não desistiram da sua busca por liberdade. Conheça algumas dessas figuras. 

Zumbi dos Palmares 

De nome Francisco, dado pelo padre Antônio Melo, que o ganhou de presente quando tinha poucos dias de vida, Zumbi assumiu esse nome ao fugir para o quilombo, aos 15 anos, e se tornar líder do local. Zumbi significa "guerreiro". Zumbi foi o chefe da resistência por 14 anos. Lutou com bravura até o dia de sua morte, que aconteceu após uma expedição chegar ao povoado. Por 22 dias, ele fugiu e se escondeu, mas foi traído por companheiros, capturado e morto. Teve o corpo mutilado e sua cabeça exposta em praça pública, em Recife. 

Aqualtune 

Apontada por alguns estudos como avó do Zumbi dos Palmares, Aqualtune veio do Reino do Congo, onde era uma princesa, e foi escravizada no Brasil. Integrou movimentos de fugas de escravos e foi uma das grandes lideranças dos quilombos de Palmares. 

Dragão do Mar 

Francisco José do Nascimento lutava contra a embarcação de escravos vendidos pelos escravocratas do Ceará para fazendeiros da região sudeste, daí o apelido de Dragão do Mar. Era presidente da Sociedade Cearense Libertadora. 

Lanceiros Negros 

Há tantos outros nomes a serem lembrados, de homens e mulheres que contribuíram com seu exemplo de coragem e que hoje figuram como heróis na história afro-brasileira. Outros foram grandes guerreiros e são quase invisíveis na História, como os Lanceiros Negros, um grupo militar que lutou no Rio Grande do Sul, na Revolução Farroupilha, formado por escravos que lutavam pela liberdade. Os Lanceiros tiveram participações decisivas nas batalhas ao lado dos farrapos, mas foram traídos e massacrados pelas forças imperiais. Os que sobreviveram foram enviados ao Rio de Janeiro e reinseridos na vida de escravidão e trabalhos forçados. 

Giuseppe Garibaldi, militar e guerrilheiro italiano, que lutou pela unificação da Itália e também na Guerra dos Farrapos, disse sobre os Lanceiros Negros (segundo a sua biografia, de autoria de Alexandre Dumas): 

"Eu vi batalhas disputadas, mas nunca e em nenhuma parte homens mais valentes nem lanceiros mais brilhantes do que os da cavalaria rio-grandense, em cujas fileiras comecei a desprezar o perigo e a combater pela causa sagrada dos povos. Quantas vezes fui tentado a patentear ao mundo os feitos assombrosos que vi realizar por essa viril e destemida gente, que sustentou, por mais de nove anos contra um poderoso império, a mais encarniçada e gloriosa luta!" 

Temas como as figuras negras representativas, influências africanas e tudo que abrange a história dos negros no Brasil, principalmente de sua contribuição histórica e cultural são, desde 2003, estudadas por alunos que frequentam a escola regular. Quem acompanhou o nosso artigo e viu a riqueza de conteúdo relacionado ao povo africano e a influência africana na cultura brasileira na nossa história também pode estudar mais o assunto.  

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Cursos online sobre a história a cultura afro-brasileiras 

Cursos a distância, como o curso online Cultura Afro-brasileira, vão a fundo em questões relevantes sobre tudo o que nosso país se apropriou advindo dos povos africanos. Além disso, traz tópicos que contemplam a lei que tornou obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileiras, a Lei 10.639/03.  Mais tarde, em 2004, o MEC homologou as DCNs – Diretrizes Curriculares Nacionais, criadas pelo Conselho Nacional de Educação para nortear o cumprimento da legislação. Essas diretrizes orientam três caminhos que o ensino deve tomar: o fortalecimentos de identidades e de direitos; a consciência política e histórica da diversidade e ações educativas que ajudem a combater o racismo e as discriminações. 

Valter Silvério, professor do departamento de Sociologia da UFSCAR, acredita que o principal benefício da inclusão dos temas no currículo escolar é que as crianças consigam conhecer sua própria história. Para ela, é preciso desmistificar a história da Europa, e com a inclusão da história afro-brasileira, africana e indígena, isso vai acontecer. "Não para criar um tipo de revanchismo, mas a história deve ser recontada com a presença de outros atores que a compuseram. O Brasil tem todos estes atores, então, é preciso que o estudo seja melhor distribuído. A Europa já é bem estudada", diz Silvério.  

Outro ponto apontado pelo professor de Sociologia da UFSCAR foi que os professores se verão obrigados a se capacitarem nessa temática, pois não estão preparados. Ele diz ainda que não é culpa desses educadores, mas sim porque eles repassam o que aprenderam. Isso nos remete ao que já falamos ao longo do texto, sobre profissionais se capacitarem no tema, por meio de cursos online com certificado, sobretudo os educadores, não só de áreas da História e afins, mas de todas as outras disciplinas, considerando a transversalidade de temas no ensino escolar. Ou você que acha que não há legado africano em áreas como ciência e tecnologia? Acha que o ensino de Química, por exemplo, não possa estar ligado à cultura africana? Bem, pode sim. Só a culinária afro-brasileira já dá muito assunto para ser tratado em aulas de química.  

"A Bioquímica do Candomblé": se você acha que é uma brincadeira, engana-se. São educadores buscando alternativas para inserir a história e cultura africana e afro-brasileira em aulas de Química, em cumprimento da Lei que tornou obrigatório a temática no currículo. Além disso, serve como uma prova de que é possível sair dos limites do racismo, das ideologias e das desigualdades, conceitos sempre atrelados quando se fala na história africana e afro-brasileira. 

Então, se você é educador e ainda não tem elementos suficientes para inserir o tema em suas aulas, conheças nossos cursos online sobre a cultura afro-brasileira e capacite-se. É preciso que vire tendência, além de ser um novo desafio em sua carreira. Os cursos EAD estão aí para ajudar e para garantir que a lei seja realmente cumprida, uma vez que ainda há escolas que não conseguem incorporar totalmente o assunto em sua grade curricular, principalmente por não saber de que forma fazê-lo. 

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