A educação especial tem crescido cada vez no Brasil. Em termos de inclusão social das pessoas com diversos transtornos e características únicas, tanto a legislação quanto programas e campanhas garantem sua participação em diversos setores, para que tenham os deveres e gozem dos mesmos direitos de todos. Além disso, muitas palestras, workshops e cursos online visam mostrar dados informativos e interessantes desse grupo para a população em si, para que sejam compreendidos e tenham suas condições conhecidas. 

Quando pensamos no contexto educacional, é sempre desafiador para pais e professores lidarem com determinados comportamentos, espectros e condutas típicas de muitas crianças, que necessitam de métodos especiais além do convencional. Por isso, é primordial que estejam sempre preparados para lidar com elas e garantir o que há de melhor para sua formação.

Nosso artigo tratará justamente desse assunto, mostrando alguns dados interessantes para educadores e demais pessoas que precisam entender o que é educação inclusiva no contexto de condutas típicas e se qualificar no tema. O Curso Online Educação Especial – Condutas Típicas, por exemplo, é um dos materiais que serve como base para essa pauta, um dos melhores cursos online do Enfoque Capacitação, essencial para se tornar um expert nesse aspecto.

Leia o texto, desbrave os principais quesitos e desafios da educação especial e qualifique-se com nossas dicas de cursos a distância. Ao final, comente e nos diga o que achou do conteúdo. 

Educação Especial: um direito de toda criança

Primeiramente, é importante contextualizar o papel da educação inclusiva no nosso ensino e o quanto tem sido importante para diversas pessoas. Crianças e adultos com qualquer tipo de deficiência tem cada vez mais à disposição ferramentas e métodos que visam sua inclusão.

Desde que o Brasil começou a seguir os decretos da Declaração de Salamanca, um acordo entre diversos países que garante o direito básico à educação para todas as crianças, vemos muitas escolas cada vez mais adaptadas e profissionais prontos para receber deficientes visuais, mentais, físicos, auditivos ou com qualquer transtorno.

Além de frequentarem uma sala de aula regular, assim como seus colegas, muitos necessitam aprender com atividades específicas além do horário, que visam tirar o melhor para que se desenvolvam completamente, contando com muitos recursos da tecnologia assistiva, como a comunicação alternativa. Tudo isso é garantido por lei, a partir do programa governamental Educação Inclusiva: Direito à Diversidade, e conhecido oficialmente como Atendimento Educacional Especializado (AEE).

Como essa educação inclusiva se faz necessária, é essencial para que uma escola, seja pública ou particular, esteja pronta para receber qualquer criança ou adulto – no caso da EJA (Educação de Jovens e Adultos) – e nunca negue sua matrícula. O problema de algumas instituições, porém, é a falta de preparo da gestão e dos professores para orientarem e ensinarem esse grupo, ainda mais quando se trata de alunos com condutas típicas.

Quem já conhece um pouco da área, com certeza já ouviu falar nesse termo, mas não consegue defini-lo. De fato, não é tão básico assim compreender, mas com bons materiais e a observação prática, dá para chegar a um entendimento. Aqui no Enfoque Capacitação, por exemplo, há muitos cursos online com certificado ideais para esse objetivo.

Tanto o Curso Online Educação Especial – Condutas Típicas quanto outros diversos cursos EAD que tratam do universo da educação inclusiva e das pessoas com deficiência podem ajudar. Muitos cursos online do portal são exclusivos e já foram testados por mais de 160 mil alunos, que garantem e comprovam sua qualidade.

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Condutas típicas: definição

Agora que você já sabe mais sobre a educação especial no país, chegamos ao ponto principal de nosso artigo. Afinal, o que são condutas típicas? Bom, nossa base para explicar esse conceito é o manual oficial do Ministério da Educação e da Secretaria de Educação Especial. São alguns dados gerais que podem ser aprofundados nos cursos a distância presentes no nosso portal.

Segundo o MEC, um aluno que necessita de procedimentos educacionais especiais é aquele que possui ''dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares, compreendidas em dois grupos: aquelas não vinculadas a uma causa orgânica específica; aquelas relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências''. Vale esclarecer que, considerando esse termo, não se trata de um grupo orgânico e que necessita especificamente das mesmas metodologias, longe disso. Cada um tem limitações e condições diferenciadas que pedem maior atenção e abordagem distinta do profissional. 

É bom dar ênfase a esse argumento para que os educadores entendam que um aluno com condutas típicas é aquele que tem dificuldade de adaptação escolar, transpassando o fato de possuir alguma deficiência ou condição diferente dos demais. O MEC define como ''as dificuldades causadas por comportamentos que tendem a prejudicar e por vezes inviabilizar as relações do aluno com seu professor e/ou com seus colegas com os materiais de uso pessoal e coletivo e ainda o processo ensino aprendizagem''.

Nesse contexto, podem ocorrer de forma latente, contínua, grave, ou tudo isso junto, desde uma inquietação até um comportamento explosivo, de enfrentamento e por vezes, violento, com possíveis agressões às pessoas mais próximas e até automutilação. Esse espectro ainda pode ser variável dependendo do quadro emocional da criança e da reação que terão com seu comportamento. Se for rebatida com agressão, pode gerar um problema ainda maior.

Exemplos de condutas típicas

São exemplos comuns de condutas típicas que chamam atenção dos educadores e levam à análise comportamental do aluno: 

  1. Gritar para chamar atenção;
  2. Pouco ou nenhum contato visual com o professor;
  3. Falar o tempo todo, inclusive sozinho;
  4. Agredir os colegas ou a si mesmo (automutilação);
  5. Comportamento subversivo, com a dificuldade em seguir as normas estabelecidas;
  6. Desatenção, comportamento desconexo e birras frequentes;
  7. Movimentos contínuos e repetitivos;
  8. Comportamentos estranhos, maliciosos e até vingativos;
  9. Timidez excessiva ou recusa ao falar com colegas e professores;
  10. Imitação das ações das pessoas ao redor;
  11. Choros e risos aleatórios, sem motivo algum.

O mais peculiar e que leva, definitivamente, à definição de um aluno com condutas típicas é que praticamente uma criança possui diversos desses comportamentos. Analisando bem, você pode perceber que eles têm relação e é nessa percepção que um educador sabe qual aluno precisa de um apoio e educação especial. Mas é aí que vem o maior desafio: como lidar com essa situação?

Educação Especial e Condutas Típicas

Como o educador deve lidar com condutas típicas?

O problema de muitos professores, gestores e profissionais envolvidos até mesmo na educação inclusiva é saber como devem agir cotidianamente com essas condutas típicas. Quando se trata de métodos didáticos, é inerente ao educador lidar de maneiras diferenciadas com uma criança com condutas típicas. Por isso, necessita também de orientação, para não chegar ao ponto de afastá-lo socialmente, achar que é algo ''normal'' e, pior que isso, a escola determinar que não sabe como prestar apoio e transferir o aluno para outra instituição.

O que fazer, então, nesse caso? Quais os melhores procedimentos? De forma geral e num primeiro momento, vale realizar algumas ações:

  1. Manter-se sempre calmo ao se relacionar com a criança. Jamais demonstrar nervosismo e raiva com seu comportamento;
  2. Nunca criticá-la, mas mostrar firmeza ao falar com ela;
  3. Se estiver com raiva e agressiva, tentar ceder e mostrar tranquilidade. Aos poucos, ela percebe que não há nada para ‘’alimentar’’ sua conduta incomum;
  4. Enalteça as qualidades e ajude a criança e se reintegrar ao grupo, para que se sinta aceita;
  5. Ofereça apoio e seja compreensivo. Mantenha a conversa e mostre que está disposto a ouvi-la e entender seu problema;
  6. Seja atencioso e carinhoso. 

Essas ações servem tanto para professores quanto demais profissionais que lidam com crianças e começam a perceber comportamentos diferenciados. Pode acontecer em qualquer aula e cenário, logo, caso se sinta inseguro, o educador deve pedir ajuda para outra pessoa mais preparada.

Entendendo de forma mais direta e categórica como ocorrem essas condutas típicas, você como professor ou estudante da área da educação pode se sentir mais instigado e até desafiado a desbravar ainda mais esse conceito. Não é à toa que indicamos fazer cursos online com certificado para se qualificar e ficar por dentro desse e de demais temas primordiais para sua formação. Com os cursos a distância, você conta com ótimos materiais e ferramentas para se certificar estudando em casa ou em qualquer ambiente que achar conveniente.

Por que a criança começa a agir de modo diferente?

Você também deve estar se perguntando por que essas condições ocorrem e a criança começa a apresentar determinados comportamentos que se manifestam e por vezes até assustam pais e educadores. Em muitos casos, a mudança é repentina mesmo, ainda mais quando a pessoa já apresenta algum quadro que necessita de uma educação especial.

Aquelas que já possuem um quadro neurológico ou transtorno estão mais propensas a adquirir essas condutas devido à pressão ou diversos fatores muito pessoais que contribuem para tais reações. Crianças com hiperatividade, epilepsia ou com Síndrome de Down se enquadram nesse termo.

Podem-se considerar também quadros mais complexos ou passageiros. No primeiro caso, são aqueles classificados como psicológicos ou psiquiátricos, que denotam comportamentos mais sérios e até um tratamento clínico e medicamentoso. Alguns exemplos: falta de noção do perigo, autoagressão, acessos de raiva latentes, pouca ou nula relação interpessoal.

Já os quadros passageiros são derivados de situações vistas como adversas pela criança e que acontecem ''de uma hora para outra'', fugindo de sua compreensão. Podem ser tanto no ambiente escolar ou em casa mesmo, como a chegada de um irmão, a morte de um animal de estimação, uma mudança de professor, uma briga com um colega e qualquer condição que gere tensão necessária para prejudicar a adaptação e aprendizagem.

Em meio à amplitude de casos e suas especificidades, o domínio pleno das melhores ações a se realizar ao notar um aluno com condutas típicas é essencial a um educador, para saber se é normal, permanente ou passageira. Nesse caso, vale estabelecer desde um procedimento básico, como muda-lo de lugar para que tenha mais atenção na aula, desde pensar em termos mais complexos, como a necessidade de uma educação especial e direcionada.

Vale lembrar que, quando a criança é mais velha, já carrega impressões determinadas e fracassos, dificultando ainda mais sua relação com o ambiente e as outras pessoas. Logo, desde que o educador ou pai já saibam identificar o comportamento peculiar, podem ajudar o aluno/filho a lidar com as adversidades de modo mais fácil, mostrando que são um apoio que ele pode confiar para desabafar e contar tudo o que se passa em sua cabeça. 

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Quais as orientações do MEC a respeito de condutas típicas?

A partir do momento em que há a real noção e identificação de um aluno com condutas típicas, se faz necessário um procedimento diferenciado que deve seguir, segundo o MEC, as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Trata-se de um conjunto de leis, passos, métodos e estratégias que visam orientar os educadores e gestores da escola a respeito do assunto, pensando sempre em inclusão.

Sendo assim, em uma escola pública com ensino regular, por exemplo, se faz necessário processos como:

  1. Contratação de professores capacitados e especializados em condutas típicas e educação inclusiva;
  2. Distribuição dos alunos em classes diferentes, para que entendam e notem a pluralidade de ideias, conceitos e características físicas;
  3. Flexibilização de metodologias, conteúdos, adaptações curriculares e temporalidade do ano letivo;
  4. Serviços pedagógicos direcionados, seja na sala comum, sala de recursos ou com um profissional itinerante (aquele que orienta e supervisiona periodicamente os alunos com condutas típicas);
  5. Criação de uma rede de apoio que inclua profissionais de saúde e assistentes sociais, sobretudo em casos complexos, crianças com deficiência e provenientes de famílias que necessitam de orientação;
  6. Sustentabilidade no processo inclusivo com o auxílio profissional e, sobretudo, familiar, para que a criança se desenvolva de modo orgânico e seja compreendida por todos;
  7. Realização de campanhas e palestras junto à comunidade, para que entendam o que se refere esse termo, com metas informativas, que evitem julgamentos e falta de apoio social.

Perceba que, ao se capacitar nessa área específica e ter acesso a todo o conhecimento e as melhores estratégias para trabalhar com alunos com condutas típicas, um educador está apto para atuar em diversas instituições, seja de modo regular e frequente ou itinerante. Por isso, quem busca se formar nesse quesito, seja pelos materiais oficiais ou por cursos EAD, além de encontrar uma base para sua carreira, pode ajudar a mudar muitas vidas. Esses guias são essenciais para se informar de modo efetivo, com conteúdo atualizado e, além disso, podem ser consultados e estudados em horários flexíveis, em diversos ambientes e de várias formas. 

Educação especial e respeito: valores essenciais para inclusão

A regra principal em qualquer método de ensino em grupo na sala de aula é que o respeito vale para todos. Independente da criança e de seus comportamentos e condições, todos devem ser tratados da mesma maneira e compreendidos pelos professores, que precisam agir como verdadeiros observadores em um ambiente estruturado e motivador.

Trabalhar na área da educação não é uma tarefa simples, mas, ao mesmo tempo, é inspirador saber que você pode fazer parte de mudanças relevantes para muitas pessoas. Um profissional atualizado e capacitado sempre saberá como agir em casos de condutas típicas ou qualquer adversidade, atuando como um verdadeiro mediador e se destacando em sua função.

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